Engenharia de harness é a próxima vantagem em agentes
Lilian Weng argumenta que a auto-melhoria recursiva no curto prazo pode vir de melhorar o harness ao redor do modelo: o runtime que gerencia planejamento, ferramentas, contexto, arquivos, subagentes, avaliação e iteração. Por que importa: Isso reenquadra o progresso de agentes como desenho de sistemas, não apenas escolha de modelo. Os workflows vencedores provavelmente terão estado durável, gestão explícita de processos, saídas de subagentes inspecionáveis, gates de verificação e harnesses que melhoram a partir das próprias trajetórias.
Para testar: Audite um workflow de agente como um harness: liste gatilho, loop, armazenamento de contexto, artefatos em arquivo, subagentes/jobs, limites de permissão, checagens de avaliação e caminho de recuperação após interrupção. Melhore o elo mais fraco antes de adicionar mais chamadas ao modelo.